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sábado, 4 de junho de 2011

Órgão Fictício


Órgão fictício
Nome: Rebuild
Função: Produção de células tronco, tendo a capacidade de produzir quaisquer tipo de célula do corpo humano. Ajudando assim na reconstrução de partes do corpo perdido por doenças.

Anatomia do órgão
Localizado no mediastino e se relaciona com os pulmões e o coração, Recebe irrigação sanguínea aparti do ramo descendente da artéria aorta sai à artéria tronconaria que faz a sua irrigação, é drenado pela veia cava tronconaria que desemboca na veia cava inferior, é inervado por nervos que se ramifica no tecido conjuntivo, onde cada nervo origina numerosos ramos sobre o órgão. 

Histologia/Citologia do Órgão
Seu parênquima, externamente recomposto por tecido epitelial com células justapostas dispondo de muitas junções intracelulares como junções de comunicação, que permitem o fluir de íons por todo órgão de maneira uniforme possibilitando uma contração eficiente e mais externamente recoberta por uma delgada membrana peritoneal.  Internamente recoberto por epitélio simples estratificado e poucas células globosas responsáveis por armazenar e secretar células tronco. Entre o epitélio esterno e o epitélio da luz do órgão se encontra fibras musculares estriadas, apoiadas em tecido conjuntivo, com células alongadas e ramificadas, estão presentes ainda fibras de Rurkinje que possibilitam a rápida condução de estímulos responsáveis pela contração e relaxamento da musculatura do órgão. A musculatura estriada do órgão (Rebuild) é inervada por terminações axoniais que surgem da medula espinhal, sistema nervoso central, com fibras nervosas eferentes e aferentes sensitivas e motoras.

Embriologia do Órgão
Origina-se aparti dos três folhetos embrionário mesoderma, ecnoderme e endoderme. Desenvolve-se aparti da 3º semana. Não é necessário nenhum fator externo pra sua formação.

Bioquímica do Órgão
Produzir células tronco, tendo a capacidade de produzir quaisquer tipo de célula do corpo humano. Ajudando assim na reconstrução de partes do corpo perdido por doenças. Não produz hormônio nem enzimas.

Genética do Órgão

Biofísica do Órgão
Quando o organismo necessita de células tronco em quaisquer parte é enviado uma mensagem por nervos sensitivos para que ele produza em maior quantidade de células tronco e então é enviado em seguida uma mensagem motora que difunde-se rapidamente pelas fibras de Rurkinje realizando uma contração excepcional lançando uma grande quantidade de células na arteríola tronconariana em seguida não havendo mais impulsos sensitivos e nem motores a musculatura estriada e ramificada do Rebuild relaxa.  O órgão realiza contração excepcional devido as inúmeras junções intracelulares de comunicação por onde circulam os íons  e tem contração amplificada devido as fibras de rápida condução de Rurkinje.

5º Fichamento


5º Fichamento


Dente
1.      È uma estrutura dura, saliente e esbranquiçada composta por polpa, dentina e esmalte que é implantada no maxilar e na mandíbula a arcada dentaria no ser humano e de muitos vertebrados.
2.      Alternativamente muitos animais o usam como instrumento de auto-defesa ou de ataque.
3.      Os mamíferos tem dentes diferenciados adaptados a diferentes tipo de alimentação.
4.      Os diferentes tipo de dentes dão igualmente informação sobre a filogenia da espécies.

Desenvolvimento
1.      os dentes desenvolvem-se a parti de dois tipos de células:
v  Células do epitélio bucal
v  Células mesenquimáticas
2.      As células do epitélio bucal formam o órgão do esmalte, e as células mesenquimáticas formam a papila dentaria
3.      O primeiro sinal da formação dentaria é o desenvolvimento da lamina dentaria, surgindo a partir do epitélio bucal. Depois que os dentes decíduos desenvolvem-se a parti dos botões, a borda anterior da lamina continua a crescer para desenvolver os dentes permanentes que sucedem os 20 dentes decíduos.

Dentição Humana
1.      Um humano adulto tem normalmente 32 dentes, dezesseis na mandíbula e dezesseis no maxila.
2.      Nos humanos podem-se dizer que os dentes além da função mastigatória, possuem as funções de estética, muito importante na relações sociais, e na pronuncia correta de alguns fonemas.
3.      Entre seis meses e três anos, toda dentição humana temporária, chamada de "leite" ou decídua, está formada.
4.      A calcificação dos dentes de leite começa por volta do quarto mês de gestação perto do fim do sexto mês todos os dentes de leite já começaram o seu desenvolvimento.

Cuidados com os dentes
1.      Os dentes devem ser escovados após qualquer refeição, ao acordar e antes de dormi.
2.      A fluora se, pode acometer até 60% das crianças de 0 a 12 anos, bem com relação a questões éticas, que costumam gerar certa controvérsia.
3.      Em países açucareiros, como o Brasil, a ingestão de, 2,5 mg/da de fluoreto parece ser indispensável embora o excesso seja danoso para dentes, ossos. Cérebros e rins, devido a toxicidades crômica do íon flúor.
4.      Ao consumir muito chá, peixes, crustáceos e tem tendências a fluora se, você poderá diluir água pobre em flúor com a de consumo. Converse com o seu odontólogo.
5.      Visite o dentista pelo menos duas vezes por ano.
6.      Mascar chicletes e açúcar, onde contém xiliol, açúcar de difícil digestão pelas bactérias que leva a assepsia bucal e previne a cárie.

Dentição Humana
Dentes Permanentes
·         Incisivos
v  Incisivo central superior
v  Incisivo lateral superior
v  Incisivo central inferior
v  Incisivo lateral inferior

·         Canino
v  Canino superior
v  Canino inferior

·         Pré-molar
v  Primeiro pré-molar superior
v  Segundo pré-molar superior
v  Primeiro pré-molar inferior
v  Segundo pré-molar inferior

·         Molar
v  Primeiro molar superior
v  Segundo molar superior
v  Terceiro molar superior
v  Primeiro molar inferior
v  Segundo molar  inferior
v  Terceiro molar inferior

Dentição decídua
Principais doenças que acontecem os dentes.
v  Cárie
v  Doença periodontal ou periodontite
v  Fluoro se
v  Halitose ou mal hálito.


4º Fichamento

4º Fichamento

Genética no Câncer Hereditário
1.      O câncer é considerado uma das maiores causa de morte no mundo e é definido como uma doença genômica, as quais sofrem transformações até se tornarem malignas.
2.      Sendo os principais grupos de genes envolvidos nesse processo o proto-oncogenes, genes supressores de tumor e genes relacionados ao reparo do DNA.
3.      A identificação dos genes envolvidos no câncer, é uma forma de diagnosticá-lo mais precocemente facilitando assim o seu tratamento.
4.      As síndromes de câncer hereditárias são afecções genéticas, que ocorrem por transmissão vertical, de geração para outra.
5.      Assim vários membros de uma família apresenta a mesma neoplasia ou neoplasias, relacionadas e múltiplas gerações acometidas.

Câncer de mama hereditário
1.      Sabe-se que o câncer de mama(cm) é mais comum em mulheres, sua incidência foi particularmente mais evidenciada na pós-menopausa.
2.      Os principais fatores de risco é o sobrepeso, alcoolismo, alterações hormonais, lesões mamárias de alto risco, e existência de familiares próximos afetados.
3.      Mutações nos genes BRCA 1 e BRCA 2  são responsáveis por câncer de mama e ovários hereditários.
4.      Mulheres com mutações no BRCA 1 apresentam 87% de chance de desenvolverem carcinoma de mama, e 40%, 60% de desenvolverem câncer de ovário, e tem mais chance de desenvolverem o segundo carcinoma se viverem até o 70 anos.
5.      Mulheres com mutações no BRCA 2, possuem 85% de chance de desenvolver um cancioma durante sua vida.
6.      Existem vários genes de síndromes multicânceres que incluam, o gene TP53, causador da síndrome de Li-Fraumeni, de câncer de mama hereditário.
7.       Uma mutação no gene PTEN foi descrito na síndrome Cowden de câncer de mama hereditário.
8.      Foi concluído com estudos que haverá uma redução na mortalidade de vida ao ser reduzidas as cirurgias radicais.
9.      Recomenda-se ainda, mudanças no estilo de vida.

Câncer de Ovário
1.      O câncer ovariano foi o causador de mais 2,51 mortes por 100 mulheres.
2.      O genes BRCA1 e BRCA2 ocorrem em 90% dos cânceres em mulheres.
3.      Estudo recentes, mostram que tumores ovarianos podem expressar os genes BRCA1 ou BRCA2.
4.      Este fato tem sido atribuído a realização do diagnostico em estágios avançados incuráveis.

Câncer de Cólon não Polipose hereditário
1.      A síndrome de câncer colorrenal (CCR) hereditário se subdivide em Polipose adenomatosa familiar, Polipose juvenil e a síndrome de Peutz-Jegher.
2.      As alterações dos genes APC e TP53, genes supressores de tumor inativas, são também encontrados em tumores colorrenais.
3.      A utilização dos critérios de Amsterdam permanece ainda hoje o método mais acessível para o diagnostico de HNPCE, teste genéticos são poucos disponíveis. Para esse diagnostico deve pelo menos haver três casos de câncer colorretal na mesma família.
4.      A tendência atual e iniciar a investigação genética das famílias suspeitas com a execução do teste de instabilidade de micros satélites, ou imuno-histoquimica dos genes de reparo do DNA.

Câncer Tireoidiano
1.      O cancioma medular de tireóide é responsável por 8% de todas as neoplasias malignas de tireóide. Muitas casos fazem parte da síndrome de neoplasias endócrinas múltiplas do tipo II.
2.      Outro gene relacionado é o proto-oncogenes RET receptor de membrana celular para tirosina Kinase.
3.      Anteriormente, o rastreamento dos familiares em risco para CMT era realizado através de testes seriados com pentagastrina ou cálcio.

Câncer de Próstata
1.      O câncer de próstata é uma doença extremamente heterogênea com múltiplas IOCI contribuindo para sua susceptibilidade.
2.      Vários genes mutilados estão sendo encontrados no câncer de próstata, tais como: TP53, PTEN, RBras, CDKN2, A2 ( receptores de andrógenos).
3.      O diagnostico precoce de câncer de próstata proporciona um melhor prognostico para o paciente.

Câncer Gástrico
1.      Muitos estudos correlacionaram o desenvolvimento do câncer gástrico com os antígenos sanguíneos ABO, mostro correlação entre casos esporcídicos do câncer gástrico e o grupo sanguíneos A.
2.      A gênese do adenocarcioma gástrico do tipo difuso e a inativação da mutação do gene da E-caderina-1 CCDH1 ocorre com freqüência nesse tipo de tumor.
3.      Diagnósticos preditivos tem sido postulados em famílias com câncer gástrico e mutações da CDH1.

Câncer Renal
1.      É a terceira neoplasia geniturinária mais freqüente, com aumento de indicia nos últimos 20 anos.
2.      Foi postulado como um gene supressor de tumor envolvido com o câncer renal.
3.      A freqüência de mutações de TRC8 em tumores espontâneos.
4.      O TRC8 parece definir uma mutação adicional nos cânceres renal e tireoidiano.
5.      Pacientes com cancioma de células renais, quando diagnosticados, precocemente tem maior possibilidade de cura com cirurgia.
6.      Com a ultra cenografia e a tomografia computadorizada, temos um diagnostico precoce do câncer renal.
7.      A cirurgia renal é uma das melhores alternativas para tratamento de tumores renais malignos, com inclinação absoluta.
8.      O tratamento mínimo para o cancioma urotelial da pelve renal é a nefroureterectomia radical com cistectomia parcial.

Aconselhamento Genético
1.      Famílias com alguns membros acometido por câncer, deve ser instruída quanto a possibilidade de ser hereditário.
2.      A triagem genética é um método utilizado para detecção pré-sintomática e prevenção de doenças genéticas, para um tratamento precoce.



3º Fichamento

3º Fichamento

O paciente odontológico portador de diabetes
1.      Aproximadamente 3 a 4% dos pacientes adultos que se submetem a tratamento odontológico são diabéticos.
2.      Muitos pacientes podem apresentar diagnostico de diabetes mellitus e não apresentar o quadro clínico tradicional, principalmente paciente com alterações discretas do metabolismo.
3.      Dentre as afecções sistêmicas que podem estar presentes nesses pacientes, estão números alterações discretas do metabolismo.
4.      Evidenciando as manifestações dos pacientes, o cirurgião-dentista deve seguir condutas a serem tomadas frente a esta situação.

Fisiopatologia
1.      Pacientes que apresentam resistência a ação as insulina tem a utilização da glicose diminuída, que facilita o desenvolvimento de hiperglicemias.
2.      Um dos fatores que levam ao desenvolvimento dessa resistência é a obesidade.
3.      No individuo normal, a concentração de glicose no sangue é rigorosamente controlada, estando entre 80 a 90ng/dl.
4.      Colhendo-se uma gota de sangue, e colocando sobre uma fita reagente que é introduzida no glicosímetro, tira-se a suspeita se o paciente é portador da diabetes.
5.      Para uma maior confirmação ha outro teste feito com tolerância a glicose oral, ingerindo uma solução rica em glicose, é observa sua depuração, onde pode indicar o grau de hiperglicemia.
6.      Existem duas formas de diabetes.
*      O diabetes se desenvolve antes de alcançar os 25 anos.
*      Normalmente se desenvolve aparti dos 40 anos.

Diagnostico e Quadro Clínico
1.      O tratamento consiste em um programa de exercícios e dieta fixos, uso de agentes hipoglicemiantes arais/ou insulinoterapia.
2.      Principais sintomas é polidpsia, poliúria polifagia e perda de peso.
3.      A hiperglicemia pode causar anormalidades micro circulatórias, que podem causar cegueira.
4.      Outra causa é a neuropatias periféricas com perda sensorial importante, causando alterações gangrenosas nos dedos, mãos e pés.
5.      Uma das principais preocupações com o diabetes é como o processo de cicatrização, e aterosclerose cerebrovascular, e cardiovascular.

Alterações provocadas pela hiperglicemia (Distúrbios da Imunidade).
1.      Existem alterações fisiológicas que diminuem a capacidade imunológica e a resposta inflamatória aumenta a susceptibilidade às infecções. Há disfunções nos leucócitos que causa anormalidades na aderência, quimiotaxia, fagocitose e destruição intracelular.
2.      A piora do controle glicêmico leva a inflamação e ruptura das placas ateromatosas.

Distúrbios vasculares
1.      Quanto às alterações vasculares do diabético, a diminuição da insulina e a hiperglicemia elevam os níveis de lipídeos potencialmente aterogênicos, onde ocorre glicosilação de apoproteínas responsáveis pela captação dos lipídeos, que permanecem na circulação, Aumenta a glicosilação do colágeno da perda dos vários. Defeitos e aumento na agregação planetária, elevando a tromboembolismos e deficiência na circulação periférica, aumentam de sua contração, promovendo a insuficiência vascular periférica.

Alterações bucais dos pacientes diabéticos.
1.      PUCCI (1939)  afirmava que o diabetes, estava associadas a perda do cálcio pelo organismo, onde leva a descalcificação óssea alveolar.
2.      Monteiro (2001) observou um aumento na excreção e conseqüentemente da concentração do íon cálcio na saliva de portadores de diabetes mellitus, onde não há concentração dos íons sódio e potássio.
3.      Dentre as principais manifestações bucais e aspectos dentais dos pacientes com diabetes estão a “xerostomia, glossodímia, ardor na língua eritema e distúrbios de gustação. O diabetes mellitus leva a um aumento da acidez do meio bucal, aumento da viscosidade e diminuição do fluxo salivar, e são fatores de risco para cárie.
4.      Pacientes com controles inadequados do diabetes tem significadamente mais sangramento gengival e gengivite do que aqueles com controle moderado.
5.      A xerostomia, além do desconforto, pode provocar doenças bucais severas.
6.      Lauda, Silveira e Guimarães (1998) afirmam que são contra-indicadores os implantes osseointegrados nesses pacientes.
7.      Aproximadamente 75% desses pacientes possuem doença periodontal, com aumento de reabsorção alveolar w alterações inflamatórias gengivais.
8.      Ocorre inflamação gengival, desenvolvimento de bolsas periodontais ativas, abscessos recorrentes, perda óssea rápida e progressiva, havendo também osteoporose trabécula e cicatrização lenta do tecido periodontal é maior em diabetes que apresentam a doença há muito tempo, e diabéticos com doença periodontal avançada.
9.      A presença de infecções leva a estimulação da resposta inflamatória resultando em situação de stress, que aumenta a resistência a insulina, piorando o controle do diabetes diabéticos não controlados, a utilização do antibiótico deverá se iniciar antes do tratamento.

O atendimento Odontológico no paciente diabético
1.      Sinais e sintomas podem ser de tais tipos básicos:
*      Sintomas adrenérgicos
*      Sintomas neuroglicopênicos
2.      Pacientes hiperglicêmicos superiores a 400mg% devem ser encaminhados para o medico.
3.      O cirurgião-dentista deve estar atento para suspeita de um diabetes mellitus não diagnosticados, devendo incluir perguntas sobre a policeria, polifagia, polidpsia e perda de peso.
4.      Justino (1988) sugere uma conduta odontológica a ser tomada pelos profissionais diante de pacientes diabéticos.
5.      O medico deve ser consulado para informa sobre a gravidade e o grau de controle sobre a insulina durante o tratamento dentário.
6.      No tratamento anestesia de bloqueio deve ser preferida, evitando-se o uso de soluções que contenham vasoconstaietor a base de adrenalina, que promove a quebra de glicogênio em grecize, podendo determinar hiperglicemias.





quarta-feira, 1 de junho de 2011

Experiência na APAE de Loren Krsna: http://filhotedefauchard.blogspot.com/2011/05/visita-apae.html

Vídeo de Ismael Moreira: http://ismaelluna.blogspot.com/2011/05/projeto-genoma-humano-atividade-6-da.html

Vídeo do Alencar Segundo:  http://alencar-segundo.blogspot.com/2011/05/video-gincana-dna-polimerase-de.html

Vídeo do Arôdo Tenorio: http://aprendizdehipocrates.blogspot.com/2011/05/topico-6-da-gincana-legendar-um-video.html

Experiência na APAE de Vivian Macêdo: http://vivianodonto.blogspot.com/2011/05/gincana-de-genetic-topico-2-experiencia.html#comments

Experiência na APAE de Eugênia Freire: http://eugeniafreireantero.blogspot.com/2011/05/visita-apaeprimeira-tarefa-da-ginetica.html#comments

Experiência na APAE de Paloma Figueiredo: http://palomafsgn.blogspot.com/2011/05/visita-apae.html

Vídeo de Rayssa Mendonça: http://rayssa-mendonca.blogspot.com/2011/05/gincana-de-genetica-item-6_22.html

Vídeo de Vivian Macêdo: http://vivianodonto.blogspot.com/2011/05/gincana-genetica-tafefa-6-legendar.html

Vídeo de Loren Krsna: http://www.youtube.com/watch?v=-o-iphbLTSM&feature=player_embedded

Vídeo de Kaelly Lima: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=

Vídeo de Raiza Ulisses: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=

Vídeo de Fernanda Feitosa: http://feitosafernanda.blogspot.com/2011/06/mitose-por-fernanda-feitosa.html#links

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Sáude Bucal




CUIDADOS: Medidas preventivas e uso diário do kit de limpeza bucal evitam problemas dentários.


Você já parou para pensar o quanto se dedica à sua saúde bucal? Pense bem: você usa a mesma escova de dentes há mais de doisa meses? 
Tem o hábito de usar o fio dental durante a limpeza? Escova sempre os dentes apóes as refeições? Essas são algumas medidas preventivas simples, que mantêm o sorisso bonito e saudável, mas existem outras formas de completar a higiene bucal e evitar o aparecimento de cáries e outros males.
Tudo começa com a alimentação. Conforme explica a cirurgiã-dentista Renata Veras, "a alimentação deve ser equilibrada, evitando alimentos cariogênicos, aqueles àbase de açúcar, e o excesso de frutas ácidas, que podem causar erosão dos dentes, resultando em sensibilidade".
O próximo passo para garantir a saúde dos dentes é realizar a limpeza sempre após as refeições. A especialista dá as dicas sobre o que deve constar no seu kit de limpeza diário.




VEJA O QUE NÃO DEVE FALTAR NA SUA HIGIENE BUCAL




FIO DENTAL: fundamental no processo de limpeza, pois ajuda a remover a placa bacteriana acumulada entre os dentes. Deve ser usado antes da escovação.

ESCOVA: o ideal é que seja macia, com cerdas arredondadas e cabeça pequena. Não pode ser tão macia que não permita uma boa escovação. Escovas duras não são indicadas.

CREME DENTAL: cada faixa etária tem seu creme mais indicado. Por exemplo, na primeira infância, a criança só pode usar pasta sem flúor. A partir de 4 anos, se a criança já souber cuspir, o creme dental pode conter uma pequena quantidade de flúor. Consulte o dentista para saber a mais indicada para a iade e situação do paciente.

LIMPADOR DE LÍNGUA: algumas escovas possuem limpador de língua no dorso da cabeça, mas o instrumento também é vendido em separado. Item importante para garantir um bom hálito.

ENXAGUANTE BUCAL: ajuda a combater o tártaro, a placa bacteriana e o mau hálito. Os produtos sem álcool são os indicados pelos dentistas. Deve ser usado meia horas antes ou meia hora depois da escovação.